Como vincular o CIOT e o Vale-Pedágio no TOTVS Protheus TMS


O TOTVS Protheus TMS disponibiliza diferentes formas de vincular essas informações às viagens, permitindo tanto processos manuais quanto integrações automáticas com operadoras homologadas.

Quais são as formas de vincular o CIOT no Protheus TMS?

O Protheus TMS oferece quatro alternativas para informar o CIOT durante o processo de transporte:

1. Preenchimento Manual

Nesta modalidade, a empresa gera o CIOT junto a uma IPEF (Instituição de Pagamento Eletrônico de Frete) e informa manualmente os dados na rotina de Complemento da Viagem.

Os principais campos utilizados são:

  • DTR_CIOT – Número do CIOT;
  • DTR_FORCTO – Fornecedor responsável pela geração do CIOT;
  • DTR_LOJCTO – Loja do fornecedor responsável pela geração.

Essa opção é indicada para empresas que utilizam provedores externos não integrados diretamente ao Protheus.

Integração automática com operadoras

Para reduzir atividades manuais, o Protheus possui integração nativa com operadoras homologadas, permitindo gerar o CIOT e realizar a gestão do pagamento eletrônico do frete diretamente pelo sistema.

Atualmente estão disponíveis integrações com:

  • Pamcard;
  • REPOM;
  • PagBem.

Além da geração automática do CIOT, essas integrações permitem automatizar parte do processo operacional do transporte, reduzindo erros de digitação e aumentando a rastreabilidade das operações.

Como informar o Vale-Pedágio Obrigatório?

O Vale-Pedágio também pode ser controlado pelo Protheus TMS através de campos específicos da viagem.

Entre os principais estão:

  • Identificador da compra do Vale-Pedágio (ANTT);
  • Fornecedor da operadora do Vale-Pedágio;
  • Responsável pelo pagamento do Vale-Pedágio;
  • Número da compra;
  • Valor do Vale-Pedágio;
  • Tipo do Vale-Pedágio.

Essas informações são utilizadas posteriormente na geração do MDF-e, atendendo ao layout exigido pela ANTT.

Como essas informações são utilizadas no MDF-e?

Durante a emissão do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), o Protheus utiliza automaticamente os dados cadastrados na viagem para preencher as tags exigidas pela legislação.

Entre elas:

Informações do CIOT

  • Número do CIOT;
  • CNPJ da empresa responsável pela geração.

Informações do Vale-Pedágio

  • CNPJ da fornecedora do Vale-Pedágio;
  • CNPJ do responsável pelo pagamento;
  • Número da compra;
  • Valor do Vale-Pedágio;
  • Tipo do Vale-Pedágio;
  • Categoria da combinação veicular.

Quando algum dos campos obrigatórios não estiver preenchido, determinadas tags poderão deixar de ser geradas, ocasionando inconsistências no MDF-e.

Pré-requisitos para utilização

Antes de utilizar essas funcionalidades, a TOTVS recomenda que o ambiente esteja devidamente configurado, incluindo:

  • Operações de viagem;
  • Emissão de MDF-e;
  • Contrato de carreteiro;
  • Configuração de frete mínimo;
  • Integração com a operadora escolhida (quando aplicável).

Uma configuração inadequada pode impedir a geração automática do CIOT ou do Vale-Pedágio.

Novas regras de CIOT

A legislação relacionada ao CIOT continua evoluindo. A TOTVS informou que o Protheus TMS está sendo atualizado para atender às novas validações introduzidas pela regulamentação publicada pela ANTT em 2026, incluindo alterações nos processos de geração, retificação, cancelamento e encerramento do CIOT. Manter o ambiente atualizado é fundamental para garantir conformidade legal.

Benefícios da automação no Protheus TMS

Ao utilizar os recursos nativos do Protheus TMS para gerenciamento do CIOT e do Vale-Pedágio, as empresas obtêm diversas vantagens:

  • Maior conformidade com a legislação da ANTT;
  • Redução de lançamentos manuais;
  • Diminuição de erros operacionais;
  • Geração automática das informações no MDF-e;
  • Integração com operadoras homologadas;
  • Maior rastreabilidade das operações de transporte;
  • Agilidade na gestão logística e financeira.

O TOTVS Protheus TMS oferece uma estrutura completa para administrar o CIOT e o Vale-Pedágio, permitindo tanto processos manuais quanto integrações automáticas com operadoras especializadas. Com o correto preenchimento das informações e a configuração adequada do ambiente, é possível automatizar a geração dos dados utilizados no MDF-e, reduzir riscos de inconsistências fiscais e manter a operação em conformidade com as exigências da ANTT.

Para empresas que buscam maior eficiência logística e segurança operacional, explorar esses recursos do Protheus TMS representa um importante passo na digitalização e automação do processo de transporte.

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